No universo da nutrição e dos transtornos do neurodesenvolvimento, encontrar abordagens que promovam saúde e bem-estar é fundamental. Em um episódio do podcast “Doses de Atipicidade”, Carla de Castro, nutricionista especialista em autismo e TDAH, recebeu Rute Moura, nutricionista e terapeuta em biorressonância, para explorar o papel dessa terapia alternativa no tratamento do autismo e das alergias alimentares. A conversa revelou insights valiosos sobre como a biorressonância pode complementar as abordagens tradicionais, oferecendo uma visão mais individualizada e preventiva.
A busca por informações de qualidade sobre autismo e neurodiversidade é crescente, e o podcast “Doses de Atipicidade” se destaca por trazer profissionais que atuam diretamente com esses temas. A proposta é oferecer acolhimento, praticidade e respeito, além de conteúdo relevante para pais atípicos e pacientes adultos. A seguir, exploraremos os principais pontos abordados na conversa entre Carla de Castro e Rute Moura, desvendando os mistérios da biorressonância e seu potencial no contexto do autismo.
O Que é Biorressonância e Como Ela se Aplica ao Autismo
Rute Moura explicou que a biorressonância se baseia no princípio de que todos os seres humanos são seres de energia. Nossas células estão constantemente trabalhando para produzir ATP, a energia que nos mantém vivos. Cada órgão do corpo vibra em uma frequência específica, medida em Hertz. Quando ocorre uma doença, essa frequência se desequilibra.
A biorressonância, portanto, busca identificar esse desequilíbrio energético antes mesmo que a doença se manifeste biologicamente. Ela atua de forma preventiva, detectando disfunções na função dos órgãos que podem não ser aparentes em exames de sangue convencionais. No contexto do autismo, onde as alterações gastrointestinais são comuns, a biorressonância pode ser uma ferramenta valiosa para identificar alimentos que o paciente não consegue digerir adequadamente.
Vega Test: Uma Ferramenta na Biorressonância
Rute utiliza um aparelho chamado Vega Test, que emprega a tecnologia da biorressonância para identificar variações no equilíbrio energético do corpo. Com ele, é possível verificar se um determinado alimento está trazendo benefícios ou malefícios ao organismo, avaliando se o corpo consegue digeri-lo energeticamente. Essa abordagem individualizada é crucial, já que não existe um alimento universalmente bom para todos.
A Importância do Intestino na Abordagem do Autismo
Tanto Carla quanto Rute enfatizaram a importância de focar no intestino ao abordar o autismo. Pacientes dentro do espectro têm maior probabilidade de apresentar alterações gastrointestinais, como dificuldades de detoxificação, reações alérgicas e seletividade alimentar. Cuidar da saúde gastrointestinal, portanto, é fundamental para melhorar a qualidade de vida desses pacientes.
Ao identificar e remover alérgenos através da biorressonância, é possível observar melhorias significativas no comportamento, sono e resposta à terapia. Muitas vezes, pacientes que estavam estagnados na terapia começam a evoluir após a intervenção nutricional focada no intestino. A dieta sem glúten e sem lácteos é um ponto de partida, mas a biorressonância pode revelar outros alimentos que precisam ser retirados para promover a recuperação do organismo.
Terapias Complementares: Frequenciais e Aromaterapia
Além da biorressonância e da nutrição, Rute Moura também utiliza terapias complementares, como os frequenciais e a aromaterapia. Os frequenciais são produtos que visam restaurar a frequência correta dos órgãos, promovendo o equilíbrio energético. Já a aromaterapia utiliza óleos essenciais para atuar no sistema límbico, auxiliando no controle emocional e no bem-estar.
Óleos como a lavanda, camomila romana e melissa podem ser utilizados para acalmar, melhorar o sono e reduzir a ansiedade. No caso de dificuldades na fala, óleos como o lemongrass e a bergamota podem estimular o chakra da fala, auxiliando no desenvolvimento da linguagem. É importante ressaltar que essas terapias são complementares e não substituem o tratamento médico convencional.
Principais Conclusões
- A biorressonância é uma terapia alternativa que pode auxiliar na identificação de alergias alimentares tardias e desequilíbrios energéticos em pacientes com autismo.
- Focar na saúde intestinal é fundamental para melhorar o comportamento, sono e resposta à terapia em pacientes dentro do espectro.
- A dieta sem glúten e sem lácteos é um ponto de partida, mas a biorressonância pode revelar outros alimentos que precisam ser retirados.
- Terapias complementares como frequenciais e aromaterapia podem auxiliar no controle emocional e no bem-estar.
- A abordagem individualizada é crucial, já que não existe um alimento universalmente bom para todos.
- A equipe multidisciplinar é essencial para garantir o melhor tratamento para o paciente.
Conclusão
A biorressonância se apresenta como uma ferramenta promissora para complementar o tratamento do autismo e das alergias alimentares. Ao oferecer uma visão mais individualizada e preventiva, ela pode auxiliar na identificação de desequilíbrios energéticos e alergias tardias que podem estar impactando a saúde e o bem-estar do paciente. Se você busca uma abordagem mais integrativa e personalizada, vale a pena explorar o potencial da biorressonância e outras terapias complementares. Que tal investigar como essa abordagem pode beneficiar a sua saúde ou a de seus entes queridos?
Este artigo é baseado no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kE1mG9MQOjw



