No universo do autismo, a busca por intervenções que promovam o bem-estar e a qualidade de vida é constante. Uma abordagem que tem ganhado destaque é a biorressonância, uma terapia alternativa que visa identificar desequilíbrios energéticos no organismo, muitas vezes relacionados a alergias alimentares tardias. Mas como essa técnica se aplica ao contexto do autismo e quais benefícios ela pode trazer?

Neste artigo, exploraremos o papel da biorressonância no tratamento de pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), desvendando seus princípios, aplicações e a importância de uma abordagem nutricional integrativa. Com a participação da nutricionista Rute Moura, especialista em biorressonância, e da nutricionista Carla de Castro, especialista em autismo e TDAH, mergulharemos neste tema complexo e promissor.

O Que é Biorressonância e Como Ela Funciona?

A biorressonância é uma terapia que se baseia no princípio de que todas as células do corpo emitem energia em frequências específicas. Quando ocorre um desequilíbrio nessas frequências, seja por conta de alergias alimentares, metais tóxicos ou outros fatores, a saúde do indivíduo pode ser comprometida. Rute Moura explica que cada órgão do corpo opera em uma frequência vibracional única, e a doença se instala quando há um desequilíbrio energético prolongado.

O exame de biorressonância, como o Vega teste, busca identificar essas alterações nas frequências energéticas antes mesmo que se manifestem em exames bioquímicos tradicionais. Ele avalia a resposta do organismo a diferentes substâncias, como alimentos, metais pesados e parasitas, revelando possíveis sensibilidades e intolerâncias que podem estar contribuindo para os sintomas do paciente.

A Biorressonância e o Eixo Cérebro-Intestino no Autismo

Pacientes com TEA frequentemente apresentam alterações gastrointestinais, como dificuldades na digestão, absorção e eliminação de nutrientes. Essas disfunções podem impactar diretamente o comportamento, o sono e a capacidade de aprendizado. A biorressonância surge como uma ferramenta valiosa para identificar quais alimentos estão sobrecarregando o sistema digestivo e contribuindo para o processo inflamatório.

Carla de Castro ressalta que a nutrição desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e qualidade de vida de pacientes atípicos. Ao focar na saúde intestinal, é possível melhorar a absorção de nutrientes essenciais, reduzir a inflamação e, consequentemente, impactar positivamente o comportamento e o desenvolvimento do paciente.

Alergias Alimentares Tardias e o Autismo: Uma Conexão Importante

As alergias alimentares tardias, ao contrário das alergias imediatas, podem manifestar-se até quatro dias após o consumo do alimento, dificultando a identificação do agente causador. Rute Moura destaca que muitos pacientes com TEA apresentam dificuldades na detoxificação e reações alérgicas a alimentos que, em princípio, seriam considerados saudáveis.

A exclusão de alimentos alergênicos, identificados através da biorressonância, pode trazer benefícios significativos para pacientes com TEA. Muitas vezes, a melhora no comportamento, no sono e na resposta à terapia é notável após a implementação de uma dieta personalizada, livre de alimentos que estejam causando inflamação e desequilíbrio no organismo.

Terapias Complementares: Aromaterapia e Frequenciais

Além da biorressonância e da nutrição personalizada, outras terapias complementares podem ser utilizadas para promover o bem-estar de pacientes com TEA. A aromaterapia, por exemplo, utiliza óleos essenciais para estimular o sistema límbico e promover o equilíbrio emocional. Óleos como lavanda, camomila romana e melissa podem auxiliar na redução da ansiedade, melhora do sono e alívio de tensões.

Os frequenciais e florais também são utilizados para equilibrar as frequências energéticas do organismo, auxiliando na prevenção de doenças e na promoção da saúde. Essas terapias complementares podem ser associadas à nutrição e à biorressonância para potencializar os resultados e promover uma abordagem integrativa e individualizada.

Principais Conclusões

  • A biorressonância é uma ferramenta que pode auxiliar na identificação de alergias alimentares tardias e desequilíbrios energéticos em pacientes com TEA.
  • A nutrição personalizada, com foco na saúde intestinal, desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar e qualidade de vida de pacientes atípicos.
  • A exclusão de alimentos alergênicos, identificados através da biorressonância, pode trazer benefícios significativos para o comportamento, o sono e a resposta à terapia.
  • Terapias complementares, como aromaterapia e frequenciais, podem ser associadas à nutrição e à biorressonância para potencializar os resultados.
  • A equipe multidisciplinar é essencial para garantir uma abordagem integrativa e individualizada, que contemple as necessidades específicas de cada paciente.

Conclusão

A biorressonância surge como uma ferramenta promissora no tratamento de pacientes com TEA, oferecendo uma abordagem individualizada e integrativa que visa identificar e corrigir desequilíbrios energéticos no organismo. Ao associar a biorressonância à nutrição personalizada e a outras terapias complementares, é possível promover o bem-estar, a qualidade de vida e o máximo potencial de cada paciente. Se você busca alternativas para melhorar a saúde do seu filho ou a sua própria saúde, considere explorar as possibilidades que a biorressonância pode oferecer.

Este artigo é baseado no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kE1mG9MQOjw

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Olá, meu nome é
Carla de Castro

Sou nutricionista especializada em Saúde Mental e Transtornos do Neurodesenvolvimento, e dedico minha trajetória a transformar o cuidado com famílias atípicas. Sou pioneira no Brasil na abordagem nutricional voltada ao autismo e criei o podcast Doses de Atipicidade para ampliar esse diálogo com empatia e ciência. À frente da Clínica Sallva, acolho cada história com escuta ativa e desenvolvo estratégias nutricionais personalizadas que promovem equilíbrio, autonomia e qualidade de vida.